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Mostrando postagens de junho, 2013

Ser mãe

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Meu amor e minhas amoras Quando era pequenina  - quer dizer, ainda sou porque não cresci né? Mas enfim... - eu imaginava que tipo de mãe eu seria. Queria ser ao mesmo tempo aquela mãe tradicional e uma mãe bem diferente assim, pra lá de moderna, sabe? Pois é. Passou o tempo e eu agora sou mãe 3 vezes. Não sou aquela mãe que eu sonhava, mas acho que meus filhos gostam de mim... E se me perguntarem o que há de bom em ser mãe, responderei sem medo: é voltar a ser criança! Brincar de novo com bonecas e brincar do que eu também nunca brinquei. É matar a saudade de um tempo bom e ingênuo e ao mesmo tempo aprender coisas novas com meus filhotes. É voltar a um passado e reviver minhas histórias há muito esquecidas. Por isso amo ouvir suas lógicas, como: Ana Letícia (10 anos): Mãe fiquei surpresa ao descobrir que moramos no Norte. Eu: Por que filha? Pensavas que morávamos em que região? Letícia: Ah! Sei lá, mãe. Mas é que eu pensava que só o Papai Noel é quem morava no Norte......

Conclusões do óbvio

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Imagem original (sem a frase) de: Patrícia Parentau. Retirada do blog da Milla.  ... Ultimamente sua tristeza tem sido maior do que antes. E ela sabe bem porque. Mudou de rumo. Deixou aquele passado de lado. Acertou novos planos. Olhou para o alvo e seguiu em frente. Por um breve tempo respirou tranquila. Mas mesmo assim estava tudo estranho. Havia algo suspenso no ar. Ela não sabe bem ao certo dizer o quê. Aliás, ela nem sabe o que a vida lhe reserva. Ela só não acredita mais na possibilidade de ser feliz um dia. Não como ela pensa em ser feliz. Não, não é que ela esteja sendo pessimista. Ela apenas sabe que desperdiçou grandes oportunidades. Histórias mal concluídas que deixou no meio de algum caminho, na esperança de em um futuro próximo voltar e continuar. Acontece que esse futuro, ao que lhe parece, chegou e para sua surpresa, não foi como ela imaginou. Não por maldade, mas simplesmente porque ela esqueceu de contar com um simples detalhe: não era possível determinar a tr...

Fuga

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Quero colo! Vou fugir de casa! Posso dormir aqui com vocês? (Legião Urbana) Meu anjo, perdoe-me a frieza mas eu sou assim. Não é falta de amor mas sim minha maneira de demonstrá-lo. Choro em público sim, mas prefiro quando minhas lágrimas caem no escuro. Gosto de abraçar mas não acho necessário que o mundo inteiro saiba disso e sim, apenas eu e você. É que sentimentalidades são sentimentalidades e eu não posso controlar. Ah! Amo-te tanto que meu mundo parou ao mesmo tempo em que ele girava feito louco, em pensar no que fez você ter feito isso, agir dessa maneira. Não, não quero brigar com você. Não vou brigar com você. Só quero abraçar, sorrir, beijar e amar muito você. Todos os dias. Todas as horas que ainda nos restam. Depois desse capítulo, dediquei aquelas horas que findavam o dia à minha insônia e ao meu choro. Já rezei e agradeci tanto a Deus (e ainda falta muito, eu sei) por ter você de volta aqui em meus braços e poder lhe ver assim, dormindo tal qual um anj...