Poeta



Ao meu querido poeta, um único pedido:
Que não pares de escrever.
Preciso de toda a tua sentimentalidade.
Transformas tua dor em poesia.
E tuas palavras soam-me como música.
Acho lindo isso!
Lendo tuas poesias, mesmo quando estás triste ou confuso, fico feliz.
Penso que alguém no mundo sente (quase) o mesmo que sinto.
E num viajar delirante, traço um diálogo contigo.
E assim escrevemos um para o outro.
Coisas banais de nossas vidas.
Tão incomuns e tão iguais.
Penso sempre em ti.
E sempre vou atrás de novas leituras.
Acompanhando teu querer poético.
Quando não escreves, aflita, eu fico.
Mas a vida é boa.
E manda uma brisa leve vim me dizer que estás sempre comigo em pensamento.
Tão bom ter notícias tuas.
Saber que, sabes de mim.
E na minha lúcida insanidade, escrevo-te agora:
Quando a vida te disser não, não a escuta.
Continuas a escrever.
E se esse ou aquele não gostarem, eu gosto.
E isso é tudo!

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