Um lugar chamado Vladrívia
Era uma vez em um reino distante, um lindo e pequeno clã. Ele surgiu pelo amor ao conhecimento e a estratégia. E aos poucos outras pessoas foram abraçando a ideia. Muita gente veio conhecer aquele lugar. Muitos se apaixonaram, outros odiaram. Uns estão lá até hoje e teve aqueles que tiveram que sair ou foram convidados a se retirar, para que a paz reinasse. E quando se viu, aquela brincadeira, o mundo de faz-de-conta virou uma família. E como em toda família, existe festas e barracos. E a ovelha negra. Hoje é aniversário daquele lugar. Dia de festa! Estão todos felizes e comemorando por lá. Criaram um brasão, um lema e uma meta: Serem os melhores! E foram. Por um bom tempo, guerreiros imbatíveis. Justos por natureza, suas armas sempre foram a honestidade e lealdade para o com o clã. E isso encheu os olhos daqueles que não entendiam a filosofia daquele lugar de inveja e tristeza. Inveja por que não sabem sentir a alegria de ser um vladriviano e tristeza por não poderem brindar a vida como só se brinda em Vladrívia.
Hoje é dia de festa e até aquela ovelha negra sente a alegria daquele lugar. Ela não pode estar lá (mais agora não é o momento para esse tópico) e como um lobo solitário, ela ronda aquele território com o olhar cheio de saudades. Ela sorrir pela persistência deles e sabe que ainda são os melhores guerreiros que qualquer triviador já tenha ouvido falar. Ela está muito feliz também porque eles fizeram história e agora o seu Rei voltou para restabelecer a ordem e a harmonia.
Hoje é dia de festa e até aquela ovelha negra sente a alegria daquele lugar. Ela não pode estar lá (mais agora não é o momento para esse tópico) e como um lobo solitário, ela ronda aquele território com o olhar cheio de saudades. Ela sorrir pela persistência deles e sabe que ainda são os melhores guerreiros que qualquer triviador já tenha ouvido falar. Ela está muito feliz também porque eles fizeram história e agora o seu Rei voltou para restabelecer a ordem e a harmonia.
E cada um que passou por lá, traz consigo a marca Vladrívia. Uns a trazem na pele, outros no coração. E tem aqueles, como aquela ovelha negra, que a carregam e com orgulho nas duas formas.
Parabéns, Vladrívia!
E que venham muitas vitórias gloriosas sobre a totalidade do mapa.
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